
O FC Porto venceu o Portimonense, por 3-1, no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 7ª jornada do campeonato nacional, com uma reviravolta que marcou o regresso dos dragões às vitórias na prova.
O Portimonense foi o primeiro a marcar no Estádio do Dragão. Aos 11 minutos, num contra-ataque de Moufi, este cruzou para o segundo poste onde Beto estava pronta a cabecear para o 1-0.
Ainda antes do intervalo, os dragões acabariam por empatar. Aos 48 minutos, na sequência de um pontapé de canto cobrado por Sérgio Oliveira, Mbemba cabeceou para o primeiro dos dragões.
Na segunda parte, os homens de Sérgio Conceição conseguiram a reviravolta. Logo no primeiro minuto do segundo tempo, Sérgio Oliveira cruzou para Taremi, que só precisou de desviar de cabeça para colocar os dragões em vantagem.
Depois de estar envolvido nos dois primeiros golos, Sérgio Oliveira acabou por fazer também o gosto ao pé. Aos 89 minutos, Otávio lançou Corona na frente, que deixou para Sérgio Oliveira. O internacional português atirou de primeira e selou o 3-1 dos dragões.
No final do encontro, o treinador adjunto do FC Porto mostrou-se satisfeito com os jogadores. "Primeiro de tudo, destacar os três pontos numa vitória que era importante, depois do último encontro com dificuldades em Paços, era importante reagir, depois do Marselha era importante dar continuidade. Não entrámos muito bem, sentimos algumas dificuldades. Mas o único remate enquadrado do Portimonense resulta em golo e empatámos no final da primeira parte. Na segunda parte foi diferente", referiu Vítor Bruno, que orientou a equipa na sequência da suspensão de Sérgio Conceição.
Já Paulo Sérgio lamentou que o golo do empate tenha surgido para lá dos minutos de desconto dados pelo árbitro. "Foi um momento muito importante para o FC Porto, marcar a acabar o primeiro tempo. Fizemos uma partida muito competente mas marcada por detalhes. Defendemos bem o que tínhamos de defender, criámos algumas complicações ao FC Porto e depois acabamos por sofrer esse golo de bola parada. Nesse lance há uma falta antes sobre o Dener, se fosse marcada não havia canto. E o árbitro se fosse rigoroso, ele tinha dado dois minutos de compensação, não havia canto e tínhamos saído a vencer para o intervalo. Foi um soco no estômago, foi duro", sublinhou o treinador do Portimonense.