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Música e Natureza

O Funchal Baroque Ensemble interpretará obras do período barroco, de caráter descritivo e com uma certa componente visual.

O Funchal Baroque Ensemble interpretará obras do período barroco, de caráter descritivo e com uma certa componente visual, em que, através de alguns detalhes musicais o ouvinte poderá vislumbrar pinceladas da natureza, como, por exemplo, os elementos água, terra, fogo e ar, com a peça “Les Elements” de J. F. Rebel, montanhas, flores e árvores com a audição do “Concerto Pastorale” de J. Ch. Pez e, por fim, imagens da sociedade das vilas rurais da sociedade francesa com a performance de “Ballet de Village op. 52 n. 1” de J. B. Boismortier. O Funchal Baroque Ensemble, que se apresenta, desta vez, com duas flautas de bisel (Carla Abreu, Sara Faria), dois violinos (Olga Samara e Andrei Ladeischikov), fagote (Yurii Omelchuk), contrabaixo (João Ferreira) e cravo (Giancarlo Mongelli, que assume igualmente o papel de diretor musical).

O concerto será no dia 09 de Setembro no Palácio de S. Lourenço, no Funchal.

O “Funchal Baroque Ensemble” (FBE) foi criado em maio de 2013, com a designação de ensemble “O Sonho de Orpheu” e surgiu em regime de parceria com a Associação Orquestra Clássica da Madeira (AOCM).

Inicialmente era composto por flautas de bisel (Sara Freitas Faria), bandolim e bandola (Norberto Gonçalves da Cruz), violoncelo (Mikolaj Lewkowicz) e cravo (Giancarlo Mongelli). Entre 2014 e 2016, após a saída de Norberto Cruz, foi aumentando a sua constituição instrumental com Alexandra Vieira e Sandra Sá nos violinos e Yury Omelchuk no fagote. Em 2018, após um interregno de dois anos, voltou ao panorama musical madeirense. Desde então, a sua instrumentação e número de elementos varia de acordo com as necessidades do repertório proposto, apresentando-se, deste modo, ao público em variadas formações instrumentais. No seu número máximo de elementos o FBE é composto por 14 músicos, cuja constituição instrumental compreende: 2 oboés e duas flautas de bisel, 4 violinos, 1 viola de arco, 2 violoncelos, 1 contrabaixo, 1 fagote e 1 cravo ou órgão. A direção musical deste grupo de música barroca é da responsabilidade do cravista Giancarlo Mongelli.

O projeto surgiu com o intuito de criar ciclos de concertos comentados, e/ou descritivos (de caráter ilustrativo ao público em geral), com incidência na música antiga, em especial do período barroco, que compreende os séculos XVII e XVIII.

Tem sido ideia de o ensemble realizar uma interpretação musical historicamente informada das obras propostas, dinamizar vários tipos de repertório instrumental e vocal, recorrendo, por vezes, a outros músicos, ou artistas, com a intenção de enriquecer a temática de cada recital, de forma a valorizar e abranger o repertório musical da época pretendida. O grupo visualiza, igualmente, dinamizar e valorizar o património cultural e histórico, em várias vertentes artísticas. Ou seja, a partir de uma determinada época, monumento, pintura ou outra fonte artística criar um repertório musical que enalteça essa mesma característica.

A parceria com a Associação da Orquestra Clássica da Madeira surge no sentido de: Representar condignamente a referida Associação, através de eventos efetuados por músicos especializados no repertório acima descrito.

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