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Amplifest: o maior de sempre no Hard Club do Porto

Festival está de volta com o maior cartaz de sempre e na edição “mais necessária de sempre”.

Após a pausa da pandemia, o Amplifest regressa ao Hard Club do Porto com a maior edição de sempre. Serão dois fins de semana preenchidos por 51 concertos (dois deles surpresa), exibição de documentários e conversas em torno da música.

Tendo havido uma sétima edição em 2019, foi anunciada uma edição em 2021 mas não foi ainda desta que o Amplifest retornou.

Entre presenças habituais no festival e várias estreias de bandas internacionais em Portugal, o Amplifest conta com Elder, Oranssi Pazuzu, Cult of Luna e Wolves in the Throne Room, entre outros, no primeiro fim de semana.

Nunca querendo destacar artistas, o Amplifest assegura no entanto nomes incontornáveis, como Godspeed You! Black Emperor; Oranssi Pazuzu ou Caspar Brötzmann.

A programação inclui vários nomes nacionais, de Luís Fernandes a O Gajo, passando por Process of Guilt e Indignu, estes últimos a tocar o novo disco, “Adeus”.

Com mais dias e mais espaço, houve “mais margem de manobra para ser ainda mais arrojado”, em vez de “programar bandas semelhantes atrás de bandas semelhantes” ou de “ter uma banda portuguesa para dizer que se tem uma banda portuguesa” no cartaz.

Hoje em dia, “não há cabeças de cartaz”, sejam os Wolves in the Throne Room, um dos maiores projetos de metal dos dias de hoje, e que aqui arrancam ainda de tarde, ou grupos que ainda estão a estabelecer-se, mas cuja sonoridade possa trazer algo diferente.

O público esgota os passes e bilhetes e vindo de 35 países diferentes, de “quase todos os países europeus”, mas também de outros continentes, trazendo pessoas que “ficam 10 dias no Porto, a consumir e viver isto” e outras coisas pela cidade.

Como as bandas que já contactaram para ‘entrar’ na edição de 2023, a adesão do público é um prémio para uma organização, que assenta “numa estrutura ‘do it yourself’” e que tem, reconhece André Mendes, da organização, “muitos obstáculos para ultrapassar”, seja na organização do festival ou na promoção de concertos, ao longo dos últimos 16 anos.

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