
Em Lisboa sempre às 21h30, a série de concertos começa na próxima segunda-feira (4 de novembro às 21h30), na Basílica da Estrela, seguindo-se na terça-feira (5 de novembro às 21h00), na Igreja de N. S. da Conceição, na freguesia dos Olivais e, na quarta-feira (5 de novembro às 21h00), na Igreja de S. João de Brito.). Já o último concerto tem lugar em Santa Maria da Feira, a 6 de novembro, pelas 16h00, no Grande Auditório do Europarque e terá um cariz solidário.
A apresentação de “Um Requiem Alemão” (opus 45), composto entre 1865 e 1868, a maior peça do compositor austríaco, num total de 70 minutos, conta, como solistas, com a soprano Cecília Rodrigues, e do barítono André Henriques e sob a direção do Maestro Osvaldo Ferreira. Esta é considerada uma das mais importantes obras do repertório coral-sinfónico do período romântico.
“A entrada neste concerto é gratuita, sendo que os convidados são desafiados a apoiarem três associações, mediante a entrega de donativos à entrada: Obra do Frei Gil (Roupa e/ou Bens Alimentares), Aanifeira (Ração para animais de estimação) e Semear Futuro (material escolar)”.
Em 2022 a Orquestra Filarmónica Portuguesa atuou em grandes salas europeias, nomeadamente em Paris, no Théâtre des Champs-Elysées e no Grande Auditório da UNESCO, a propósito da Temporada Cruzada Portugal-França e das comemorações do Dia Internacional da Língua Portuguesa.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa é líder do projeto “Sounds of Change” que é apoiado pela União Europeia através do Programa Europa Criativa e envolve quatro outros relevantes parceiros internacionais da Alemanha, Espanha, Sérvia e Eslovénia.
Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma actividade sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais.