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Ana Moura traz-nos “Casa Guilhermina” o seu novo disco

Numa estreia como letrista, a fadista Ana Moura apresenta no Super Bock em Stock o seu novo álbum “Casa Guilhermina”

Numa assumida homenagem à sua avó materna, a fadista irá apresentar o seu novo álbum “Casa Guilhermina” no próximo dia 25 de novembro no Super Bock em Stock. Apresentando-se numa nova fase, Ana Moura revela a influência do semba, samba, quizomba e morna neste seu novo trabalho. Trabalho esse que apresenta quase duas dezenas de temas.

Uma dessas influências é o fandango, que podemos ver patente na música “Arraial Triste”

Foi em 2021 que Ana Moura começou por apresentar este novo capítulo da sua carreira, marcado por uma nova sonoridade e uma estrutura editorial mais independente, com a saída da editora Universal.

Começou por nos mostrar 'Andorinhas', um "grito de liberdade" com fortes inspirações nas novas tendências mais pop e, pouco tempo depois, volta a surpreender com 'Jacarandá', uma canção dedicada a Prince. Este ano, afirmou ainda mais a transformação com 'Agarra-te a Mim', cantado em parceria com o seu companheiro e produtor, Pedro Mafama.

Neste projeto, que nasceu em casa, durante a pandemia, a fadista é acompanhada, entre outros, pelos músicos Ângelo Freire, Pedro Soares, André Moreira, Pedro Mafama, Conan Osíris, Pedro da Linha, João Ferreira, Mário Costa, Paulo Flores, Betinho Feijó, Kiari Flores e Luís Estudante.

Recorde-se que “Casa Guilhermina" sucede a “Moura”, de 2015, e inclui, além de ‘Arraial Triste’, as canções ‘Andorinhas’, ‘Jacarandá’ e ‘Agarra em Mim’, dueto com Pedro Mafama.

O disco é distribuído pela Sony Music.

Em janeiro, Ana Moura vai mostrar "Casa Guilhermina" a uma série de cidades europeias:

8 Janeiro - Berlim, Alemanha

20 Janeiro - Amesterdão, Países Baixos

26 Janeiro - Londres, Reino Unido

27 Janeiro - Paris, França

Com 43 anos de idade e um percurso por todo o mundo, já vendeu mais de um milhão de discos e é sem dúvida uma das vozes mais conhecidas e conceituadas do nosso país. Nasceu em Santarém, mas as suas raízes africanas, o semba e o kizomba, sempre a fizeram dançar e agora misturam-se com o fado e geram este novo registo.

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