
Os vulcões podem ser classificados em vários tipos com base em sua atividade, que é determinada principalmente pela frequência e natureza de suas erupções.
Estas são as principais classificações de acordo com sua atividade:
Vulcões ativos: são vulcões que entraram em erupção e atualmente mostram sinais de atividade vulcânica, podem entrar em erupção com frequência ou esporadicamente e representam uma ameaça potencial às comunidades próximas e ao meio ambiente.
Um exemplo de vulcão ativo é o Monte Merapi na Indonésia que é um dos vulcões mais ativos e perigosos do mundo, está localizado na ilha de Java perto da cidade de Yogyakarta.
Vulcões adormecidos: são aqueles que não entram em erupção há muito tempo, mas têm potencial para entrar em erupção novamente no futuro.
Um exemplo de vulcão adormecido é o Monte St. Helens, nos Estados Unidos, localizado no estado de Washington e faz parte da cordilheira Cascade, no noroeste do Pacífico.
Vulcões extintos: São aqueles que não entram em erupção há muito tempo e não há indícios de qualquer atividade futura, são considerados geologicamente mortos, podendo com o tempo sofrer erosão e se tornarem indistinguíveis da paisagem circundante.
Um exemplo de vulcão extinto é o Diamond Head no Havaí, Estados Unidos, é um proeminente cone de tufo vulcânico localizado na ilha de Oahu, perto da capital Honolulu.
É importante notar que a classificação dos vulcões nessas categorias pode às vezes ser ambígua, pois a distinção entre vulcões adormecidos e extintos pode ser difícil de determinar definitivamente.
O monitoramento da atividade vulcânica e os estudos geológicos são cruciais para avaliar os riscos potenciais apresentados pelos vulcões.