
No primeiro pote está desde logo a anfitriã Alemanha, que entrará diretamente para o Grupo A. Depois Portugal, na sequência da campanha de apuramento perfeita com dez vitórias em dez jogos e os restantes melhores vencedores dos grupos de apuramento: França, Espanha, Bélgica e Inglaterra.
O Pote 2 também não parece assustar a equipa de Roberto Martínez, tirando a presença da Dinamarca, que chegou ao título em 1992. Hungria, Roménia, de regresso às grandes competições, Turquia, Albânia e Áustria completam este agrupamento, num conjunto de seleções, tirando os escandinavos, com pouca ou nenhuma tradição em campeonatos da Europa.
O cenário muda no Pote 3, com os Países Baixos, campeões em 1988, a poderem atravessar-se no trajeto da seleção nacional, mas também a Croácia, nos últimos anos habituada a ir longe nas grandes competições, e a Escócia, que dificultou e muito a vida da Espanha na fase de apuramento.
Neste grupo de possíveis adversários aparecem ainda Eslováquia, a única seleção que fez frente a Portugal na fase de apuramento (triunfos lusos por 1-0, em Bratislava, e por 3-2, no Porto), Eslovénia e República Checa.
No Pote 4, a Itália é entre os potenciais adversários o mais difícil para a seleção nacional, não só pelo estatuto de campeã europeia, mas pelo seu historial em fases finais. Após a conquista de 2021, os italianos falharam a fase final do Mundial 2022, no Qatar, e também passaram mal neste apuramento (só na última jornada, perante a Ucrânia, confirmaram a presença na fase final), mas são sempre um adversário a ter em conta.
Nesta 'poule', a Sérvia, que ainda recentemente relegou Portugal para o play-off do Mundial 2022, e a Suíça também podem complicar as contas da equipa das quinas na Alemanha.
O sorteio deixará ainda em aberto três lugares, que vão sair dos play-offs finais de apuramento e só serão conhecidos a 26 de março. As três seleções que se apurarem por essa via entram no último dos quatro potes do sorteio.