
“A mentalidade e postura, a nossa preparação, é com o intuito de ganhar. Acho que nenhum adepto, sócio ou simpatizante sai satisfeito com um empate, e eu não fujo à regra enquanto treinador, sócio e adepto também. No final, se acontecer esse tal empate, por mérito do adversário, acontecerá. Preparamos o jogo para ganhar".
Apesar de reconhecer qualidades ao adversário, Sérgio Conceição não foge à pressão do desafio e lembra que faz parte do ADN do clube estar presente nas grandes decisões.
“Acho que é uma final. E nós lidamos bem com finais. É uma final nesta competição. Segunda-feira temos uma final para o campeonato [Sporting] e assim sucessivamente. Vivemos destas finais neste clube (...) Se formos competentes, tenho a convicção de que as coisas vão correr bem."
Sobre os problemas que poderá causar o adversário, Sérgio Conceição lembrou que para o Shakhtar há muito mais em disputa do que o próprio jogo.
“Representam um país que atravessa um momento muito difícil, todos somos sensíveis a isso, mas isto é um jogo de futebol. Li um artigo no 'Financial Times' que destaca a importância deste jogo para o Shakhtar e para o país. Isto para dizer que, além da qualidade da equipa, pela envolvência e o contexto, não vai ser fácil em todos os sentidos".
O jogo está marcado para esta quarta-feira, às 20h. István Kovács, árbitro romeno, foi o nomeado pela UEFA para dirigir o jogo da última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.