
O treinador do FC Porto falou, esta terça-feira, aos jornalistas do Porto Canal, O Jogo e Jornal de Notícia no Olival, para desta forma encerrar o tema antes da conferência de imprensa da próxima sexta-feira frente ao Estoril.
"Estou muito triste, muito triste. Eu sempre acompanhei os meus filhos no trajeto deles, inclusivamente, e como é público, com dois dos meus filhos a jogar em dois clubes diferentes, rivais nossos, e fui sempre muito respeitado. Claramente ia visitá-los, ia observar jogos tanto ao Seixal, como a Alcochete, e nunca tive nenhum problema", começou por dizer.
"Isto é desgastante, é difícil. A minha mulher e os meus filhos, graças a Deus, estavam presentes para ver o que se passou e sabem do que eu estou a falar. Havia até outras equipas, inclusivamente espanholas, que viram o que se passou", prosseguiu.
O técnico dos azuis e brancos reiterou ainda que está disposto a tudo para que a sua verdade seja conhecida. “São acusações falsas, mentirosas, de alguém que devia ter a responsabilidade e o dever de estar acima, porque é autoridade em Espanha, por isso não foi identificado. Os meus advogados estão neste momento em Espanha, a tratar deste caso e a fazer o que têm de fazer. Se for preciso eu meter uma pausa no futebol e deixar o futebol para provar tudo aquilo que eu estou a dizer, eu deixo. Porque a minha honra, aquilo que eu sou como homem e como pai, é muito mais importante do que qualquer carreira desportiva", garantiu.