
O técnico foi instado a comentar a sua renovação, depois de notícias que saíram na imprensa sobre uma alegada indemnização que receberia em caso de saída. "Estou aqui há sete anos, já renovei três vezes. O clube nestes sete anos teve três anos difíceis de ‘fair-play’ financeiro, dois de pandemia. Penso que o trabalho tem sido bem feito. A opinião dos três candidatos e do atual presidente era que eu já devia ter renovado há um ano e pouco. O nosso presidente teve a intenção de o passar para o papel, e o doutor Nuno Lobo também teve a amabilidade de dizer que se fosse presidente era eu o treinador. Eu não estou agarrado ao lugar", disse, antes de ter comentado a presença de André Villas-Boas no Centro de Estágios da equipa.
“Estou aqui há sete anos, já renovei três vezes. O clube nestes sete anos teve três anos difíceis de ‘fair-play’ financeiro, dois de pandemia. Penso que o trabalho tem sido bem feito. A opinião dos três candidatos e do atual presidente era que eu já devia ter renovado há um ano e pouco. O nosso presidente teve a intenção de o passar para o papel, e o doutor Nuno Lobo também teve a amabilidade de dizer que se fosse presidente era eu o treinador. Eu não estou agarrado ao lugar", disse. O técnico recusou ainda fazer balanços nesta altura e sobre a hipótese de continuar à frente do conjunto azul e branco. "Não é o momento de fazer balanços, senão tinha de falar de sete anos e não vou falar da pandemia, de ‘fair-play’ financeiro, de eleições. Os adeptos, sócios e simpatizantes estão mais preocupados com o jogo de amanhã [domingo], um dérbi da região Norte, e vai haver outro também. É uma região onde o futebol representa o país de uma forma excelente. Importante é pensar no jogo de amanhã e, depois, olhar a médio ou curto-prazo para os jogos que temos pela frente e para a final da Taça. Não é o momento de fazer balanços", atirou.
Conceição comentou ainda a possibilidade de ter Pinto da Costa no banco na final da Taça de Portugal. "A motivação é sempre a mesma. Obviamente que é uma honra e um prazer estar uma vez mais com o presidente [Pinto da Costa] no jogo. Estar no banco ou na bancada para ele é a mesma coisa, o sentimento dele é querer ganhar. É uma das características do nosso presidente e que está bem visível no museu com centenas de títulos. É bom, mas não vai dar nenhum extra. A nossa motivação tem de ser o trabalho, a preparação, a possibilidade de ganhar mais um título", atirou.
O FC Porto, em terceiro lugar, com 66 pontos, recebe no domingo, às 20:30, no Estádio do Dragão, o Boavista, em partida a contar para a 33.ª jornada da I Liga.