
As inclusões de Tiago Djaló e Nuno Tavares na lista foram as menos esperadas e o selecionador nacional justificou as escolhas.
"Temos também três regressos. O grupo é maior, temos mais jogadores, importantes, com valências diferentes. O Tiago Djaló é um central muito interessante. Acompanhámos o Tiago, no Lille. Teve a sua lesão, mas tem uma fisicalidade e pode ser muito importante. Abre-se a oportunidade, com as lesões de Gonçalo Inácio e Rúben Dias.Também é fácil compreender o Nuno Tavares, um jogador com condições especiais. Teve um começo de época espetacular. É um jogador muito interessante para a seleção", começou por explicar.
Além da defesa, também houve mudanças na frente, especialmente a ausência de uma alternativa a Cristiano Ronaldo como ponta de lança. Para Martínez isso é um assunto que se resolve com polivalência.
"Temos muita qualidade, jogadores virtuosos, mas precisamos de olhar para jogadores que podem chegar à área e finalizar oportunidades. Neste estágio, o Cristiano Ronaldo é um ponta-de-lança claro, mas também gostamos de utilizar o João Félix e o Pedro Neto nessas posições. O foco era continuar com os jogadores que já estiveram na seleção, porque há muita competitividade no ataque. A qualidade dos jogadores de ataque é de alto nível, não tenho preocupações. Temos de trabalhar na sincronização e no equilíbrio no último terço, porque temos jogadores de segunda linha de muita capacidade", concluiu.