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Sporting de Lisboa goleia o Kairat por 4 a 1 com exibição após o intervalo

Desde os primeiros minutos, o Sporting procurou impor o ritmo, trabalhar a bola com paciência e movimentá-la de um lado para o outro para abrir espaços.

O Sporting de Lisboa conquistou uma vitória contundente na sua estreia na fase de grupos da Liga dos Campeões ao vencer o Kairat Almaty por 4-1 no Estádio José Alvalade, demonstrando superioridade, profundidade do plantel e capacidade para decidir o jogo quando mais pressionava.

Primeira parte com penálti desperdiçado

Desde os primeiros minutos, o Sporting procurou impor o ritmo, trabalhar a bola com paciência e movê-la de um lado para o outro para abrir espaços. O Kairat tentou resistir com blocos baixos, fechando linhas, mas mostrou pouca clareza ofensiva. Uma das oportunidades mais claras dos portugueses surgiu através de um penálti após uma falta sobre Luis Suárez dentro da área, mas Morten Hjulmand não conseguiu converter a partir dos onze metros: o seu remate foi bem defendido pelo jovem guarda-redes Sherhan Kalmurza.

Apesar do erro, o Sporting manteve o domínio territorial e, no final do primeiro tempo, encontrou a recompensa: Francisco Trincão executou um magnífico remate com efeito de fora da área que entrou no ângulo, colocando a equipa de Lisboa em vantagem pouco antes do intervalo. Esse golo, além do resultado, deixou claro que os portugueses tinham a iniciativa e as ideias mais claras.

Explosão no segundo tempo: goleada em minutos críticos

O segundo tempo mal tinha começado quando o ritmo diminuiu um pouco, mas o Sporting mostrou paciência para esperar o seu momento. E ele chegou por volta dos 65 minutos: um contra-ataque rápido iniciado por Ivan Fresneda culminou com um segundo golo de Trincão, completamente sozinho diante da baliza. Foram minutos fatais para o Kairat.

Apenas dois minutos depois, Alisson Santos ampliou a vantagem com um remate rasteiro da entrada da área que não deu opções ao guarda-redes visitante. O ataque lisboeta estava afiado. E para colocar a cereja no topo do bolo, Geovany Quenda juntou-se à lista de marcadores com um golo de grande colocação, finalizando com sangue frio depois de driblar e encontrar o espaço adequado para rematar. Em apenas quatro minutos, o Sporting passou de uma vantagem exigente de 1-0 para um comando autoritário de 4-0.

O desconto já não alterou o curso do jogo

O Kairat, já claramente ultrapassado e com poucas forças para reagir após a enxurrada de golos, conseguiu um golo de consolação aos 86 minutos por meio de Edmilson, com um remate de voleio após uma falha defensiva. Mas o placar refletia uma vitória plenamente merecida do Sporting.

Figuras, ausências e leitura tática

Entre os destaques, Francisco Trincão foi a figura mais brilhante: fundamental no ataque, criador de espaços, letal na finalização, autor de dois golos, o primeiro com grande técnica e o segundo aproveitando a sua velocidade e visão. Geovany Quenda também deixou detalhes muito bons; o seu golo refletiu que ele está pronto para assumir responsabilidades decisivas. Alisson Santos contribuiu com o seu ímpeto e precisão, reafirmando que o Sporting tem recursos ofensivos variados.

No meio-campo, Hjulmand mostrou liderança, embora o penálti falhado tenha ofuscado um pouco o seu protagonismo; apesar disso, deu fluidez, distribuição e equilíbrio. No plano defensivo, a equipa esteve concentrada até ao segundo golo; depois, relaxou um pouco, o que permitiu o remate de voleio dos visitantes, embora sem perigo real para o resultado. Não se registam grandes ausências que tenham enfraquecido a equipa, o que demonstra o bom estado físico do plantel e a profundidade que permite rotações de qualidade.

Começo perfeito, margem para continuar a crescer

O Sporting de Lisboa consegue uma vitória convincente na sua estreia na Champions, que não só deixa os três pontos, mas também uma clara declaração de intenções: capacidade ofensiva, eficácia em momentos decisivos e força para dominar o adversário. Embora se tenha visto que há momentos de baixa intensidade, os lisboetas souberam quebrar o jogo com clareza na segunda parte e manter a compostura até ao final.

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