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Entrevista com Nenris (Vitality Rising Bees): “Quero provar que sou um dos melhores ADCs”

Entrevista com Nenris (Vitality Rising Bees)

1. Para começar, você pode apresentar a si mesmo e sua equipe?

Ei, obrigado por me receber! Sou Nenris, ADC da Rising Bees. Eu jogo competitivamente desde 2021. Ao longo dos anos, venci vários torneios e chego a muitas finais. Sou um líder natural e sempre faço o meu melhor para trazer à tona o que há de melhor na minha equipe. Sou Grandmaster desde a 12ª temporada e até chego ao Challenger. Estou muito feliz de fazer parte da Vitality este ano, com uma equipe em que confio plenamente.

2. O que o motivou a se juntar a essa equipe?

O que realmente me convenceu foi a equipe técnica. Eu já os conhecia e confiava neles, especialmente depois de algumas experiências difíceis com outros treinadores. Eles sabem como me ajudar a melhorar, e isso muda tudo. Além disso, a Vitality sempre foi uma organização de alto nível quando se trata de apoiar jogadores. Era claramente o ambiente perfeito para crescer e dar o meu melhor.

3. Qual é o seu principal objetivo nesta temporada?

Quero continuar provando que sou um dos melhores ADCs da cena. Eu trabalhei muito para chegar aqui e quero continuar avançando. Meu objetivo final é vencer todas as competições em que participarmos. Acredito na minha equipe e realmente acho que podemos vencer tudo.

4. Qual é a sua maior força como jogador?

Sem dúvida, minha experiência. Com o passar dos anos, aprendi a me adaptar a todos os tipos de situações. Estou sempre pensando em dar alguns passos à frente, seja na meta ou no meio de uma luta. Essa consciência me ajuda a manter a calma sob pressão e a tomar as decisões certas.

5. Existe um jogador ou uma equipe que realmente inspira você?

Falsificador, obviamente. Pode ser um pouco clichê, mas vê-lo chorar depois de perder por 3 a 0 na final do Mundial e depois voltar no ano seguinte para dominar... é inesquecível. Sua força mental é incrível e me motiva a nunca desistir, mesmo quando as coisas ficam difíceis.

6. Como você consegue se manter no topo apesar das constantes meta-mudanças?

Acompanho cada patch de perto e observo como os melhores jogadores se adaptam. Também passo muito tempo na fila solo testando coisas novas. A adaptabilidade é fundamental. Também converso muito com meus colegas de equipe e treinadores para me manter alinhado sobre o que funciona para a equipe.

7. Qual foi seu momento mais memorável com a equipe até agora?

Provavelmente nossas primeiras sessões de treinamento juntos. Ainda não havia nenhum torneio no horizonte, mas todo mundo estava muito empenhado. Essa fome de melhorar realmente me impressionou. Eu soube a partir daquele momento que tínhamos algo especial.

8. Qual é a sua primeira lembrança de League of Legends?

Quando comecei, não tinha ideia do que estava fazendo: não sabia o que comprar, não conhecia os campeões... Eu simplesmente perambulava pelo mapa sem rumo. É incrível ver o quão longe eu chego desde então.

9. O que fez você querer entrar no eSports?

Sempre tive uma mentalidade competitiva. Assim que descobri o sistema de classificação, eu queria ser o melhor. Muitas pessoas me disseram que, como mulher, eu nunca sobreviveria. Honestamente, isso só me fez querer provar que eles estavam errados ainda mais.

10. Que conselho você daria para alguém que quer se tornar profissional?

Você realmente tem que querer isso. Não é fácil — exige tempo e muita disciplina. Você precisa estar pronto para trabalhar duro, estudar o jogo e receber críticas. Mas se você é apaixonado e determinado, vale a pena.

11. De onde vem seu apelido “Nenris”? ?

É um anagrama da palavra “pecador”. Eu inventei isso quando era mais jovem — eu simplesmente gostei de como soava.

12. Fora do League, você tem outras paixões?

Sim, eu gosto muito de caminhar e meditar. Isso me ajuda a limpar minha cabeça e me recentralizar. É uma verdadeira pausa que me ajuda a voltar a treinar.

13. O que é mais difícil: entrar em contato com a Challenger ou obter um diploma de medicina?

Eu realmente não consigo comparar, pois nunca tentei me tornar médica... mas há mais médicos no mundo do que Challengers, haha.

14. Quantas horas por dia você precisa jogar para se tornar profissional?

Eu diria que cerca de 10 horas por dia, entre scrims e fila solo. Mas não se trata apenas de jogar — você também precisa analisar, aprender e seguir a meta. É um pacote inteiro.

15. Como você gerencia o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal?

Honestamente, agora eu estou totalmente apostado na Liga. É preciso muito comprometimento. Mas eu ainda levo algum tempo para respirar, com coisas como meditação ou caminhadas, para evitar o esgotamento.

16. Há algum jogador subestimado que você gostaria de destacar?

Sim, vários! Apollonia do SK Avarosa é super consistente, mas não muito conhecida. Torlaine melhorou muito recentemente. E Delicate, que apesar de ter poucas chances com as melhores equipes, permanece muito na fila solo. Todos eles merecem mais visibilidade.

17. Se você não fosse um jogador profissional, o que estaria fazendo?

Não faço ideia. Eu jogo League desde os 11 anos. Eu sempre quis me tornar profissional. Nunca considerei outra coisa.

18. Fora dos torneios, o que você faz com sua equipe? ?

Embora ainda não tenhamos jogado um torneio juntos, passamos muito tempo juntos. Jogamos, falamos sobre o jogo ou sobre a vida. A atmosfera é ótima, tanto online quanto IRL.

19. Como você lida com as críticas? Algum conselho para pessoas com medo de se expor por causa disso?

Se você quer melhorar, precisa aceitar críticas. Apenas aprenda a diferenciar entre feedback construtivo e ódio. Meu conselho: não leve tudo para o lado pessoal. Aprenda, siga em frente e não deixe que ninguém o impeça.

20. Se você estivesse no comando do cenário de esportes eletrônicos amanhã, o que você mudaria?

Eu me concentraria em apoiar jovens talentos, especialmente em termos de saúde mental. O ritmo é intenso e os jogadores precisam de recursos para lidar com isso. Eu também adoraria criar mais oportunidades para mulheres, por meio de mais visibilidade e apoio.

21. Uma palavra final para os fãs?

Um grande obrigado a todos os fãs do Vitality! Seu apoio significa o mundo. Trabalhamos duro todos os dias para deixar você orgulhoso. Isso é só o começo — e com você ao nosso lado, tudo é possível.

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